
A letra A apareceu na promessa, mas não no cumprimento.
A letra B acreditou e fez papel de boba. Duas vezes.
A letra C calçou uma cedilha para aparecer na eleição.
A letra D sugeriu iniciar os debates eleitorais.
A letra E apareceu duas vezes nos debates.
A letra F concorda que onde há fumaça, há fogo.
A letra G não vota porque está no Paraguai.
A letra H sempre desconfia que há algo errado.
A letra I ainda não percebeu que está no meio da eleição.
A letra J tem boca suja, mas ficha limpa.
A letra K não vota porque ainda tem poucos km rodados.
A letra L ficou entre calar e mal falar.
A letra M já tem seu lugar garantido antes do P e do B.
A letra N já faz parte do senado.
A letra O dormiu no ponto.
A letra P fez parte da pesquisa, mas não apareceu nas estatísticas.
A letra Q se omite atrás da interrogação e diz que não sabe de nada.
A letra R já foi vista duas vezes no meio dos corruptos.
A letra S só faz discurso em plural.
A letra T é dona da TV e faz tráfico de informações.
A letra U entrou na urna.
A letra V começou a votação.
A letra W se naturalizou, mas não vai às urnas.
A letra X recebe poucos votos, mas é eleita por baixo dos panos.
A letra Y traz o catupiry.
A letra Z, sorridente, aparece com a pizza no final.
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O legal é analisar linha por linha. Todas elas têm uma brincadeirinha.
Mas, na hora de votar, esqueça as brincadeiras e vote com consciência.
Já não basta o nariz de palhaço que a gente tem que vestir de 4 em 4 anos…
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* Pode reproduzir este conteúdo à vontade, desde que cite a fonte.
Pois é, não sei qual sua tendência política e nem em quem vai votar, mas… É pertinente, A, B ou C, sempre nos farão pensar em algum momento que fomos enganados.
Porém penso que se votarmos naquele candidato que tem um aeroporto de mosquito por cima, além do nariz, também colocaremos o sapato grande e as calças frouxas.
Não apóio nenhum dos 2 ‘favoritos’. Mas tenho comigo que o verdadeiro problema não está em quem ‘vai chegar’, mas em quem ‘já está lá esperando’…
Muito bom!
É complicado colocar na cabeça das pessoas que o ideal não é catar o primeiro santinho que acha na valeta, vender seu voto em troca de qualquer bugiganga/favor ou votar em quem aparece em primeiro nas pesquisas só pra não “perder” o voto.
Considero que uma das grandes causas disso tudo é o voto obrigatório, pois se o voto fosse facultativo somente quem realmente tem consciência do que é votar o faria.
Por outro lado, os candidatos teriam um esforço redobrado para convencer as pessoas a votar, porém no Brasil isso não seria tão difícil pois o clientelismo já está fortemente enraigado na “cultura”(ai!) do povão.
Acabamos então num beco quase sem saída, hehehehe.
Também penso que o voto não deveria ser obrigatório. Mas é aquilo: o povão tanto reclamou que queria votar, tanto protestou, que eles acabaram definindo: “Diretas já, é? Querem votar? Então, agora toma: voto vai ser obrigatório!” Poderíamos discutir até quando isso é democrático, mas esse assunto vai longe…