Aqui mesmo

fevereiro 16, 2012

Bem, confesso que ensaiei essa “volta” muitas vezes, desde que parei.
Mas acho que chegou o momento de voltar a postar textos aqui. Nem que seja só para eu mesmo ler, quando achar que nada do que faço é relevante.

Planejei contar tudo o que se passou desde o meu último post aqui. Como, por exemplo, o fato de eu ter testemunhado um verdadeiro milagre, quando minha tia se recuperou de uma situação gravíssima, saiu da UTI e voltou pra casa no começo de 2011. A mesma tia que, no começo desse ano, foi internada novamente – dessa vez, sem alta e sem volta (o Pai precisava mais dela lá em cima do que aqui embaixo). Eu poderia contar que estou em outra agência, que passei por períodos bem conturbados no final do ano passado, ou que fiz o curso em São Paulo, na Escola de Redatores, que me ajudou a acreditar novamente na “palavra”.

Poderia contar muita coisa que nem vem ao caso. Quem é que consegue contar tudo o que aconteceu, quando reencontra um amigo que não vê há muito tempo?

Mas posso dizer que, nesse período, escrevi muita coisa. Talvez eu tenha amadurecido; talvez eu perceba que preciso reaprender a cada dia. O fato é que pretendo voltar a postar aqui meus textos ou o que quer que seja, independente se alguém vai ler ou não.

E pretendo dar mais um “ajeitada” no blog, colocar desenhos, rascunhos, músicas que eu tiro no piano, etc. Mas que seja espontâneo, sem preocupação com prazo (já basta o dia a dia na agência de propaganda), estatísticas ou autocobrança.

E, se é que eu pretendo tudo isso, pelo menos este post já é um bom [re]começo.

É bom estar de volta.
E que a palavra corra solta.


Pulso

fevereiro 12, 2010

Era uma vez um redator publicitário.

Seu trabalho era escrever textos publicitários.

Ele estudara para aquilo e sempre procurava ler bastante e se informar sobre estilos e recursos literários que o fizessem desenvolver um trabalho de qualidade. Mas os clientes não ligavam para isso e sempre sugeriam textos – segundo eles – melhores.

Os colegas de trabalho que atendiam o cliente também davam pitacos sobre algo que estava escrito. Por infinitas vezes o redator pesquisava, reunia informações e elaborava um texto incrível e vendável, mas o cliente simplesmente ignorava e colocava o texto dele – engessado, duro, intragável feito um bife velho.

Assim, de tanto ouvir máximas como “qualquer um escreve” ou “o cliente não gostou das 20 opções de texto e sugeriu uma melhor”, o redator surtou e resolveu cortar o pulso.

Dizem por aí que, durante o velório, enquanto uns e outros choramingavam, se acabavam no cafezinho ou contavam piadas, o pessoal da agência criticava o modo como ele escreveu sua carta de suicídio.

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* Pode reproduzir este conteúdo à vontade, desde que cite a fonte.


Frase do dia: Super bem

agosto 13, 2009

To preparando mais textos… desculpem, semana doidera…

Por isso, a frase de hoje é mais uma da coletânea do FM ao longo de 20 anos de agência:

“O cara tá super bem, ele tá nadando em navios.”

Às vezes eu me pergunto… esquece.


Ufa…

agosto 12, 2009

A semana tá beeem corrida aqui na agência…
Não to conseguindo tempo – e energia – para escrever…

Hoje, infelizmente, não tem post.

Se bem que isso é um post… rs

I’ll be back, guys…


Frase do dia: Não vai dar não…

julho 23, 2009

Depois de uma breve pausa…

De volta!

Hoje apenas com mais uma frase do inigualável FM. Eu não estava na ocasião, mas acredito que foi durante uma reunião onde ele tentou passar segurança a respeito de uma apresentação (que ele faria, acredito) de mais um material da agência:

“Vai dar sim. Eu vou carregar um rabo de coelho no bolso.”

Imagine como a equipe de criação se sentiu bem mais segura depois disso…


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